Sobre este local
Olhe para as paredes do palácio ao seu redor - este lugar foi uma sede de poder muito antes de ser um museu. Durante séculos, os governantes franceses expandiram o Louvre como residência real, até que a Revolução Francesa mudou o seu papel por completo. Em 1793, abriu como museu público, transformando o antigo palácio num lar para a arte da nação. Pense no Louvre como duas experiências ao mesmo tempo. Uma é a coleção - milhares de objetos que vão de civilizações antigas à pintura e escultura europeia. A outra é o próprio edifício: corredores longos desenhados para reis, salas cerimoniais imensas e galerias que parecem não ter fim. A Grande Galerie é o exemplo perfeito - um salão majestoso e infinito que foi uma das primeiras áreas abertas ao público após a Revolução, funcionando ainda hoje como a "espinha dorsal" do museu. No interior, a escala pode ser impressionante, por isso vale a pena escolher alguns pontos de referência. A Mona Lisa está exposta na Salle des États (Sala 711), na Ala Denon - a maior sala do Louvre, construída para acolher as multidões. Por perto, o museu parece uma coleção de grandes sucessos que reconhecemos de imediato, mesmo na primeira visita. É o tipo de lugar onde uma simples escada ou porta revela subitamente uma obra-prima mundial. O Louvre continua a evoluir. O número de visitantes levou o edifício ao limite, e as autoridades francesas anunciaram planos para uma nova entrada e um espaço dedicado à Mona Lisa, com acesso independente, previsto para 2031. É um lembrete de que até o museu mais histórico do mundo precisa de se adaptar aos tempos modernos. Dê uma última olhada nos pátios do palácio antes de entrar. A verdadeira magia do Louvre é o contraste - fachadas de pedra silenciosas no exterior e, no interior, uma viagem no tempo que parece um passeio pela memória de civilizações inteiras.